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Guilherme Marques no Atlético-GO em 2026: gols, experiência e disputa por espaço no Dragão

O meia-atacante voltou ao futebol goiano pelo Atlético-GO, tornou-se artilheiro do time em um recorte da temporada e passou a disputar espaço na Série B.

Por Redação Canal da Bola

Guilherme Marques retornou ao futebol goiano em 2026 para vestir uma camisa diferente daquela que havia defendido três anos antes. Depois de passagem pelo Goiás em 2023, o meia-atacante foi anunciado pelo Atlético Goianiense em 9 de janeiro, chegando do Mirassol para reforçar a criação e o setor ofensivo do Dragão.

A contratação reunia dois elementos: conhecimento do futebol brasileiro e uma carreira longa no exterior. Guilherme foi revelado pelo Braga, de Portugal, e acumulou experiências em países como Polônia, Turquia, Itália e China. No Brasil, já havia mostrado capacidade de produzir gols e assistências no Goiás.

A volta a Goiás por outro clube

Em 2023, Guilherme disputou 35 jogos pelo Goiás na Série A e somou sete gols e seis assistências segundo o levantamento publicado quando o Atlético anunciou sua contratação. Depois, voltou ao exterior e passou pelo Mirassol em 2025, com 12 partidas e dois gols.

Chegar ao Atlético significava reencontrar uma cidade e um ambiente conhecidos, mas dentro de outra rivalidade. O jogador precisava construir identificação rubro-negra sem depender do que havia feito pelo clube adversário.

Sete gols e artilharia do time no início de junho

Em 3 de junho, o ge registrava Guilherme como artilheiro do Atlético-GO na temporada, com sete gols. O número tinha peso porque o meia não vinha começando os jogos da Série B: depois da segunda rodada, passou por lesão e também perdeu espaço em meio às escolhas do treinador.

Mesmo saindo do banco, continuou contribuindo. No clássico contra o Goiás, marcou o gol rubro-negro no empate por 1 a 1. O episódio mostrou uma característica útil em elencos longos: um jogador pode não estar entre os onze iniciais e ainda assim ser decisivo em minutos específicos.

Experiência não elimina a disputa por posição

Aos 35 anos em junho, Guilherme falou publicamente sobre a ambição de voltar a ser titular, mas também reconheceu que a decisão pertence à comissão técnica. Essa postura resume um desafio comum para veteranos: experiência e currículo ajudam, porém o espaço precisa ser conquistado dentro da dinâmica atual do time.

Para o treinador, a vantagem é ter diferentes funções disponíveis. Guilherme pode atuar por dentro, aproximar-se da área e participar da construção ofensiva. Dependendo do adversário, pode ser usado desde o início ou como alternativa para mudar o comportamento da equipe durante a partida.

O problema da eficiência ofensiva apareceu no discurso

Em julho, antes de duelo com o Cuiabá, o meia analisou publicamente a dificuldade do Atlético para transformar volume de jogo em gols. Depois de um empate sem gols com o Athletic, ele destacou a necessidade de melhorar finalizações. A fala é relevante porque conecta desempenho individual a um problema coletivo.

Um jogador ofensivo não atua isolado. Para marcar, depende de criação, ocupação de área, recuperação de segunda bola e qualidade no último passe. Quando a equipe produz e não converte, a pressão recai naturalmente sobre meias e atacantes.

O gol em clássico fortalece a memória da passagem

Jogadores experientes costumam ser avaliados também pelo desempenho em partidas grandes. Marcar contra o Goiás, ex-clube e rival direto, deu a Guilherme um episódio de forte repercussão. Isso não define sozinho uma temporada, mas cria memória imediata para a torcida do Atlético.

O futebol goiano de 2026 teve vários clássicos em competições diferentes. Para quem acompanha o histórico de Goiás x Atlético-GO, é possível perceber como novos personagens são incorporados rapidamente a uma rivalidade antiga.

Uma carreira construída em mercados diferentes

Braga, Legia Varsóvia, clubes turcos, Benevento e equipes chinesas fazem parte do caminho profissional de Guilherme. Essas experiências oferecem repertório tático e cultural que pode ser útil em momentos de pressão, mas também exigem adaptação constante a estilos de jogo diferentes.

Ao voltar ao Brasil e depois a Goiás, o meia entrou em outra fase da carreira: menos baseada em projeção futura e mais em capacidade de entregar rendimento imediato. Para o Atlético, a contratação fazia sentido justamente pela possibilidade de combinar experiência com produção ofensiva.

Como acompanhar os números corretamente

Os sete gols citados nesta matéria correspondem ao levantamento de 3 de junho de 2026. O total da temporada pode aumentar depois dessa data. Para não transformar um número verdadeiro em informação desatualizada, toda estatística de campeonato em andamento precisa indicar quando foi consultada.

Classificação e agenda do Atlético-GO ficam na Central de Jogos. Gols e desempenho individual devem ser confrontados com súmulas, páginas oficiais do clube e bases estatísticas atualizadas.

Fontes

Contratação e histórico conforme ge em 9 de janeiro de 2026. O recorte de sete gols e a disputa por titularidade foram publicados pelo ge em 3 de junho.

Redação Canal da Bola

Redação do Canal da Bola, dedicada à cobertura, à memória e aos personagens do futebol goiano.

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